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Luís Campos
CV ARTÍSTICO
Luís Campos
Nasceu em Lisboa, Portugal, em 1955, onde vive e trabalha. Viveu também em Porto Santo, Luanda e Londres. Licenciou-se em Medicina em 1978 e especializou-se em Medicina Interna, desenvolvendo uma carreira profissional nesta área, desde então. Realizou a primeira exposição individual em 1981, em Lagos, a convite do pintor Joaquim Bravo. Membro do grupo “Ether” em 1982, onde fez um ciclo de Estudos sobre História da Fotografia com António Sena.
Recebeu em 2002 a Medalha do Conseil Général des Hauts-de-Seine no Salon d`Art Contemporain de Montrouge.
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS
1981  “Foto-grafias”, Galeria Mercado de Escravos, Lagos
1984 “Profanação lntemporal”, Pousada do Infante, Sagres
1985 “Fotografias 82-84”, Livraria-Galeria Quarto Crescente, Portimão
1992 “Joaquim Bravo”, Reencontros, Galeria Monumental, Lisboa
1993 “Limiares”, Museu Nacional de História Natural, Lisboa
1993 “Limiares”, Casa das Artes, Porto.
1994 “Transurbana”, Museu Nacional de História Natural, Lisboa
1995 “A Ultima Visão dos Heróis”, Galeria Diferença, Lisboa
1997 “Transurbana”, Galeria Arco, Faro.
2002 “Memória de Água”, Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa
2002 “Aldeia da Luz”, Galeria Central Tejo, Lisboa
2004 “Limbo”, Luzboa Bienal Internacional da Luz, Lg. do Teatro S. Carlos, Lisboa
2008 “Luís Campos > Obras 1982_2008 > Fotografia & Vídeo”, Governo Civil de Lisboa, Lisboa
2008 “Luís Campos > Obras 1982_2008 > Fotografia & Vídeo”, Centro Cultural de Cascais, Cascais
2008 “Luís Campos > Obras 1982_2008 > Fotografia & Vídeo”, , Centro de Artes de Sines, Sines
2008 “Luís Campos > Obras 1982_2008 > Fotografia & Vídeo”, Museu da Luz, Aldeia da Luz 2008 “Luís Campos > Obras 1982_2008 > Fotografia & Vídeo”, MACE_Museu de Arte Contemporânea de Elvas/Colecção António Cachola, Elvas
2008 “Luís Campos > Obras 1982_2008 > Fotografia & Vídeo”, Fundação António Prates, Ponte de Sôr.
2009 “All-inclusive”, Allgarve/Galeria Trem, Faro
2009 “Transfronteiras”, com a Orchestrutópica, Culturgest, Lisboa
2011 “All-inclusive”, Galeria do Teatro Municipal de Almada, Almada
2011 “Vestígios”, Museu da Electricidade, Lisboa.
2023 “Fading” , Galeria Carlos Carvalho, Lisboa
2025 “Endscape”, Galeria Ferando Santos, Porto
EXPOSIÇÕES COLETIVAS 
1982 “Lagos 82”, 1ª Mostra de Artes Plásticas, Lagos
1982 1ºAno de Actividade, Galeria Mercado de Escravos, Lagos
1983 “1ª Exposição Fotográfica Squibb”, Tróia
1984 “Árvore 84”, Exposição Nacional de Pequeno Formato, Porto
1984 “Lagos 84”, 2ª Mostra de Artes Plásticas, Lagos
1984 “4ª Bienal Internacional de Arte”, Vila Nova de Cerveira
1984 “Novos Novos”, Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa
1985 “3ª Exposição Fotográfica Squibb”, Casino, Figueira da Foz
1992 “Joaquim Bravo, Reencontros”, Galeria Alda Cortez, Lisboa.
Luís Campos, Álvaro Lapa/António Gancho, José Carlos Gonzalez, João Vieira Palolo, José Miranda Justo, Cabrita Reis, Vera Gonçalves João Paulo Feliciano, António Mira, Xana
1994 “Quando o Mundo nos Cai em Cima, as Artes no Tempo da SIDA”,  Centro Cultural de Belém, Lisboa.
1995 “Chegadas: Partidas, Luís Campos, Ângela Ferreira, Ana Jotta, Roger Meintjes”, I Bienal de Arte de Joanesburgo – Africus, Joanesburgo.
1997 “Anatomias Contemporâneas”, Fundição de Oeiras, Oeiras.
1998 “A Cidade e as Estrelas, Parte 01”: Hannah Collins, Luís Campos, Paula Soares, Txomin Badiola, Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa
1998 “Observatório”, Canal de Isabel II, Madrid
1998 “Do Banal, do Cómico e do Trágico”: Andy Warhol, William Wegman, Luís Campos, Fundação Cupertino de Miranda, V.N. Famalicão
1999 “Tage der Dunkelheit und des Lichts, Zeitgenossische Kunst aus Portugal”: Pedro Cabrita Reis, Pedro Calapez, Luís Campos, Ângela Ferreira, Julião Sarmento, Noé Sendas, KunstMuseum, Bona
1999 “Accrochage 01/99”, Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa
1999 “Las Quatro Caras”: Luís Campos, Pepe Formiguera, Ouka Lele, João Paulo Serafim,  Instituto Cervantes, Lisboa
2000 “Ist die Photographie am ende? Aktuelle Photo und Median Kunst (O fim da fotografia? Fotografia Contemporânea)”, Staatliche Galerie, Moritzburg Halle, Halle
2000 “45e Salon d’Art Contemporain de Montrouge”, Montrouge
2000 “45e Salon d’Art Contemporain de Montrouge”, Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa
2000 “Helena Almeida, Luís Campos, Jorge Molder”, Galeria Diferença, Lisboa
2000 “Colecção de Arte Portuguesa do Museo Extremeño e IberoAmericano de Arte Contemporaneo”, Fundação D. Luís, Cascais
2001  “2001: Odisseia no Tempo, Parte 01”: Luís Campos, Maria José Palla, Susanne Themlitz, Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa
2001  “2001: Odisseia no Tempo, Parte 03”: Luís Campos, António Lagarto, Nancy Dwyer, Galeria Luís Serpa Projectos/O Museu Temporário, Museu Nacional de História Natural_Sala do Veado, Lisboa
2001  “Arte Português Contemporâneo/Argumentos de futuro”, Caja San Fernando, Sevilha.
2002  “BABEL2002”, Museu Nacional de Arte Contemporânea da Coreia, Seul;
2002 “Accrochage 04/02 [Reservas]_Fotografia”, Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa
2003 “Arte Português Contemporâneo/Argumentos de futuro”, Fundación ICO, Madrid;
2003 “Continuação 5”, Centro Cultural Emmerico Nunes, Sines
2003 “Lisboa/Lisbonne”, Pavillon Paul Delouvrier, Parc La Villete, Paris.
2004 “FotoPortfolio (20 anos)”, Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa
2004 “Alguns fragmentos do Universo: Escala de cores”, Centro Cultural de Lagos, Lagos
2004 “Metamorfoses da realidade”, Encontros da Imagem de Braga, Braga.
2005 “Arte na Urgência”, Hospital São Francisco Xavier, Lisboa
2007 “Territórios de Transição #1”: Pedro Calapez, Luís Campos, Hamish Fulton e Yang Qian, 2007 Galeria Luís Serpa Projectos, Lisboa
2008 “Aquilo Sou Eu”, vários artistas, Fundação Carmona e Costa, Lisboa
2009 “Identidade e Simulacro”, Galeria Nova Ogiva, Junhodasartes, Ó́bidos.
2010 “*8-A Arte é a melhor forma de perceber o mundo”, BES Arte & Finança, Lisboa
2010 “Povopeople”, Museu da Electricidade, Lisboa
2010 “A culpa não é minha”, Centro Cultural de Belém, Lisboa
2011 “Paisagem”, Colecção de CAM, Centro de Arte Moderna, Lisboa
2012 “Hospital”, Panóptico Hospital Miguel Bombarda, Lisboa
2014 “Sem Retoque”, Luís Campos, João Paulo Serafim, Maria José Palla, Artur Moreira, Pavilhão 31, Lisboa
2015 “Remade in Portugal, In-Utilitas”, Galeria Fundação EDP, Porto
2018 “Corpo e Paisagem”, Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, Bragança
2018 “Quote/Unquote – Entre Apropriação e Diálogo” _Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia (MAAT), Lisboa
2019 “Corpo e Paisagem”, Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco
2019 “De Outros Espaços”. Galeria Municipal do Porto. Porto
2021 “ENSAIO PARA UMA COMUNIDADE. Retrato de uma coleção em construção (take 1)”. Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia (MAAT), Lisboa
2022 “Exposição INTERFERÊNCIAS – Culturas Urbanas Emergentes : Obras escolhidas do acervo da Colecção de Arte da Fundação EDP”_Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia (MAAT). Lisboa
2023 “CONTRAVISÕES: A Fotografia na Coleção António Cachola. Parte 1”. Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), Elvas
COLEÇÕES
Colecção Fundação PLMJ.
Colecção Pedro Cabrita Reis.
Colecção [Safira e Luís] Serpa_Auto-Retratos de Artistas Contemporâneos.
MACE_Museu de Arte Contemporânea de Elvas,
Colecção António Cachola.
MEIAC_Museo Extremeño e IberoAmericano de Arte Contemporâneo, Badajoz.
Museu da Imagem, Braga.
Diversas Colecções Privadas/Several Private Colections.
Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia (MAAT). The Museum of Art, Architecture and Technology
FILMOGRAFIA
1992 Joaquim Bravo – Reencontros, TV Artes, TV2, 22 Abril
1993 Limiares, TV Artes, TV2, 24 Março
1994 Transurbana, TV Artes, TV2
2002 Aldeia da Luz, Sociedade das Belas Artes, SIC Notícias
2004 Limbo, Magazine de Artes Plásticas, Canal 2
BIBLIOGRAFIA
1992
Margarida Amaro, “Reencontros com Joaquim Bravo”, in O Jornal, 16 Abril, 37;
Luís Campos, “Carta a um amigo”, in Joaquim Bravo, “Reencontros”, catálogo da exposição, Lisboa, 5-13;
Leonor Nazaré, “Joaquim Bravo, Valentim de Carvalho, Monumental, Galeria Alda Cortês”, in Expresso, 11 Abril, p. 21; “Colectiva Alda Cortês”, in Expresso, 17 Abril, p. 20;
Luísa Soares de Oliveira, “Joaquim Bravo, Reencontros”, in Público – Fim de semana, 10 Abril, pp. 18-19;
João Pinharanda, “Joaquim Bravo, à espera da retrospectiva”, in Público, 26 Março, p. 35; “Joaquim Bravo”, in Público, 24 Abril, p. 18;
Carlos Vidal, “Reencontros”, in A Capital, 2 Abril, p. 32.
1993
António Guerreiro, “A morte interdita”, in Expresso, 13 Fevereiro, p.49-r;
José Miranda Justo, “Na obrigação silenciosa de parar”, in Limiares, Lisboa, pp. 5-13;
Margarida Medeiros, “O tabú visível”, in Público, 14 Fevereiro, p. 3; Observatório, Canal de Isabel II, Madrid;
Leonor Nazaré, “Luís Campos, Museu de História Natural”, in Expresso, 20 Fevereiro, p. 13;
João Pinharanda, Teresa Coelho, “Entrevista com Luís Campos: Devolver a imagem da morte”, in Público, 14 Fevereiro, pp. 2-3;
João Pinharanda, “Limiares, Luís Campos”, in Público, 20 Março;
Alexandre Pomar, “Luís Campos, Museu de História Natural” in Expresso, 27 Fevereiro.
1994
José Miranda Justo, “Sem Nome“, in Transurbana, Lisboa, p. 3;
José Manuel Delgado, “As fotos retratam a minha visão da realidade”, in A Capital, 8 Setembro, p. 23;
Margarida Medeiros, “Luís Campos, Joaquim Bravo, Reencontros”, in Público – Fim de semana, 9 Setembro, p. 14;
Margarida Medeiros, “Luís Campos – Transurbana, fotografia”, in Público – Fim de semana, 16 Setembro, p. 21;
Leonor Nazaré, “Luís Campos, Museu de História Natural”, in Expresso Cartaz, 17 Setembro, p. 16;
João Pinharanda, “Lisboa 94”, in Público – Fim de semana, 2 Setembro, p. 15;
Alexandre Pomar, “Territórios instáveis”, in Expresso Cartaz, 10 Setembro, p. 13;
Ruth Rosengarten, “Luís Campos, Transurbana”, in Visão, 15 Setembro, pp. 90-91.
1995
João Pinharanda, “O declínio das vanguardas dos anos 50 ao final do milénio”, in História da Arte Portuguesa, vol. III, Círculo de Leitores, Lisboa;
Kátia Canton, “Arte Conceptual faz Renascimento Português”, in Folha de São Paulo, 9 Março, p. 5;
João Fernandes, “Chegadas: Partidas”, in I Bienal de Arte de Joanesburgo, Africus, catálogo da exposição, pp. 6-11;
João Pinharanda, “A Partilha da África do Sul”, in Público, 19 Fevereiro, p. 19;
Alexandre Pomar, “Veneza e Joanesburgo: Bienais”, in Expresso Cartaz, 18 Fevereiro, p. 36;
Ruth Rosengarten, ”Voltar ao Mapa”, in Visão, 16 Março, p. 80; “De dentro para fora, A Bienal de Joanesburgo”, in Artes e Leilões, Maio, p. 39.
1996
Celso Martins, “A Cidade e as Estrelas Parte 01”, in Expresso Cartaz, 24 Janeiro, p. 16.
1997
Paulo Cunha e Silva, “Anatomias Contemporâneas”, in O Corpo na Arte Portuguesa dos anos 90, catálogo da exposição, Fundição de Oeiras, Oeiras, pp. 98-99.
1998
Luís Campos, “Máquinas de ver, o simulacro e a memória”, in O Impulso Alegórico, Lisboa, pp. 339-347;
Óscar Faria, “Do Banal, do Cómico e do Trágico”, in Público, 8 Maio, p.19;
José Miranda Justo, “Fronti nulla fides”, in A Cidade e a Estrelas, Parte 01: Hannah Collins, Luís Campos, Paula Soares e Txomin Badiola, catálogo da exposição, Lisboa;
Miguel von Hafe Pérez, “Do Banal, do Cómico e do Trágico”, Andy Warhol, William Wegman, Luís Campos in catálogo da exposição, Fundação Cupertino de Miranda, V.N. de Famalicão, pp. 68-74;
“Paisagens, Paradoxos e Translaboração”, in Encontros da Imagem, catálogo da exposição, Braga, pp. 114-115 ; versão alemã in Tage der Dunkelheit und des Lichts. Zeit-genossische Kunst aus Portugal, catálogo da exposição, Bona, 1999, pp. 80-85;
Miguel von Haffe Pérez, Do Banal, do Cómico e do Trágico, in catálogo da exposição, V.N. de Famalicão, pp. 4-22;
João Pinharanda, “Algumas imagènes de lo real”, in Observatório, Fotografia Contemporânea Portuguesa, catálogo da exposição, Madrid, pp. 13-24;
“Do Banal, do Cómico e do Trágico”, in Público, 15 de Maio, p. 4;
Celso Martins, “Identidade, Identidades”, in Expresso Cartaz, 16 Maio, p. 22;
Luísa Soares de Oliveira, “Hannah Collins, Luís Campos, Paula Soares e Txomin Badiola – A Cidade e as Estrelas, Parte 1”, in Público Artes e Ofícios, 23 Janeiro, p. 16.
1999
Margarida Medeiros, “Fotografia Espanhola e Portuguesa”, in Público, 30 Dezembro, p. 52;
Vanessa Rato, “Arte de Portugal”, in Público, 27 Março, p. 30;
Jan Thorn-Prikker, “Em foco, sempre o ser humano”, in Humboldt, pp. 72-75.
2000
Peter V. Brinkemper, “For your eyes only: Fotografie 2000”, in Ist die Photographie am ende?, Aktuelle Photo und MedienKunst, catálogo da exposição, Halle, pp. 7-15;
Kathleen Gomes, “Descubra as diferenças”, in Público-Artes, 7 Julho, 28;
Lúcia Marques, “Helena Almeida, Luís Campos, Jorge Molder”, Galeria Diferença, in Expresso Cartaz, 8 Julho, 22;
Celso Martins, “Caminhos Individuais”, in Expresso Cartaz, 15 Agosto, 22;
Alexandre Melo, “Portugal: Eine Gesellschaft und ihre Kunstler, Weder Zentrum noch Peripherie”, in Tage der Dunkelheit und des Lichts. Zeitgenossische Kunst aus Portugal, Bonn, 11-36;
Luísa Soares de Oliveira, “Espelhos mágicos ou não”, in Público, 8 Julho, 16; “Um “Salon” em Lisboa”, in Público Artes, 4 Agosto, 16-17;
João Pinharanda, “Paysages, ironie et quelques morts’’, in 45e Salon d’Art Contempora in de l’année 2000, Montrouge, 66-72.
2001
Margarida Medeiros, « Solitários, abstractos e eufóricos”, in Público Mil folhas, 10 Fevereiro, pp. 22-23;
Celso Martins, “Em Três Tempos”, in Expresso Cartaz, 13 Abril, p.24;
João Pinharanda, “As metáforas do tempo”, in Público Mil folhas, 14 Abril, pp. 18-19;
João Pinharanda, “As metáforas do Tempo”, in Arte Português Contemporáneo/Argumentos de Futuro, catálogo da exposição, Sevilha, Madrid, pp.99-153.
Luís Campos, “A metáfora do nada”, in Lisboa capital do nada_Marvila, 2001, Lisboa, 2001, pp.464-469
2002
Celso Martins, ”Luís Campos”, in Expresso Cartaz, 16 Fevereiro, p. 26;
Luís Campos, “Aldeia da Luz”, in Pública, 24 Fevereiro, pp. 42-49
Celso Martins, “A luz e o Luto”, in Expresso Cartaz, 2 Março, p. 36
Joana Neves, “Luís Campos”, in Público Mil folhas, 9 Março, p. 23;
João Pinharanda, “A luz e a sombra”, in Aldeia da Luz, catálogo da exposição, Lisboa, pp. 9-10;
Luís Campos, “Inventário”, in Aldeia da Luz, catálogo da exposição, Lisboa, pp. 25-27;
Clara Saraiva, “Aldeia da Luz”, in Aldeia da Luz, catálogo da exposição, Lisboa, pp. 13-20
2003
João Pinharanda, “…um Barco para Sines…”, in Continuação 5, catálogo da exposição, Sines, pp. 4-5;
Ana Navarro Pedro, “Parque de La Villete mostra Lisboa em Mutação”, in Público, 5 Outubro, pp.40-41; “Lisboa é uma exposição que…”, in Público, 9 Outubro, p. 41;
2004
Eurico Monchique, “LuzBoa 2004, As cores de uma bienal” in Público, 21 Junho, p. 34;
Sílvia Souto Cunha, “E faz-se luz…”, in Visão, 1 Julho, pp.134-136;
João Pinharanda, “Escala de cores”, in Continuação 9, catálogo da exposição, 2004, Lagos;
Celso Martins, “Rota meridional”, in Expresso Actual, 31 Julho, pp. 34-35;
Luísa Soares de Oliveira, “Arte durante as férias”, in Público, 15 Agosto, pp.38-39;
Bernardo Mendonça, “Receita de fotógrafo”, in Expresso Única, 21 Agosto, pp. 28-29;
2005
Sílvia Souto Cunha, “Urgências e Vernissages”, in Visão, 21 Abril, pp. 44-46;
César Avô, “Arte para a cura”, in Expresso Actual, 23 Abril, pp. 14;
Fátima Felino Álvaro, “Arte na Urgência”, in Tempo Medicina, 2 Maio, pp. 38;
Helena Marteleira, “Arte no hospital cria Ambiente para a cura”, in Público, 25 Abril, pp. 27;
2008
José Miranda Justo, “Prospectivamente, Luís Campos: intensidades e fluxos”, pp. 15-17;
Luís Serpa, “Luís Campos: Trabalhos dos Anos 80”, pp.25-26;
Margarida Medeiros, “As metáforas de um rosto e o seu segredo”, pp. 49-50;
João Fernandes, “Gente”, pp. 72-73;
Clara Saraiva, “Memórias de gentes e memórias de águas: Alqueva e a Luz”, pp. 84-85;
João Pinharanda, “A luz e a sombra”, pp. 100-101;
José Miranda Justo, “A Última Visão dos Heróis, 1995”, pp. 109-110;
Mário Caeiro, “Limbo, da Arte com Templo do Social”, pp. 122-124;
Rosa Coutinho Cabral, “Dog`s City – quatro impressões breves sobre a mão de Luís Campos”, pp. 131-132, in Luís Campos > Obras 1982_2008 > Fotografia & Vídeo, Governo Civil de Lisboa, Centro Cultural de Cascais_Fundação D. Luís I, Centro de Artes de Sines, Museu da Luz (Aldeia da Luz), MACE_Museu de Arte Contemporânea de Elvas/Colecção António Cachola, Fundação António Prates (Ponte de Sôr).
Celso Martins, “Ficção e Memória”, in Expresso Actual, 9 Agosto, pp. 24-25;
2011
José Pinharanda, “Apresentação de um lugar de trabalho”, in Luís Campos Vestígios, Lisboa: Babel, pp. 6-8.
CARGOS E FUNÇÕES ATUAIS
Luís Campos é especialista em Medicina Interna, foi o fundador e é atualmente o presidente do Conselho Português para a Saúde e Ambiente, comissário do Plano Nacional de Saúde 2021-2030, Embaixador Global do American College of Physicians e coordenador da Medicina Interna da Clínica CUF Belém.
CARGOS E FUNÇÕES ANTERIORES
Entre outras funções anteriores, foi presidente do Comité de Qualidade de Cuidados e Assuntos Profissionais da Federação Europeia de Medicina Interna, de 2017 a 2025, foi coordenador para os cuidados hospitalares do Grupo de Apoio à Implementação de Políticas de Saúde do Ministério da Saúde, em 2021 e 2022, membro do Conselho Nacional para a Formação Profissional Contínua da Ordem dos Médicos de 2019 a 2022, membro da Comissão Nacional dos Centros de Referência de 2016 a 2022, diretor de Serviço de Medicina do Hospital São Francisco Xavier de 2013 a 2021, Professor Auxiliar Convidado da Nova Medica School de 2013 a 2021, presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna, de 2016 a 2018, membro do Conselho Médico da José de Mello Saúde de 2015 a 2016, membro da Comissão de Acompanhamento da Reforma Hospitalar de 2013 a 2015, membro da plataforma Gulbenkian Health for the Future de 2013 a 2014, membro do grupo de trabalho sobre terapêuticas biológicas da Comissão Nacional de Farmácia e Terapêutica de 2013 a 2014, membro do grupo de trabalho que elaborou o relatório de Portugal para o relatório da OCDE sobre “ Geographic Variations in Healthcare” em 2014, docente convidado da Escola Nacional de Saúde Pública, de 2011 a 2014, membro da Comissão Científica para as Boas Práticas Clínicas, de 2011 a 2014, coordenador nacional do Registo de Saúde Electrónico, em 2011, coordenador Nacional do Núcleo de Estudos das Doenças Auto-imunes da SPMI, de 2003 a 2011, consultor do Infarmed para a introdução de novos medicamentos, de 2007 a 2011, membro da equipa coordenadora da José de Mello Saúde para os concursos de construção de novos hospitais em regime de PPP, de 2003 a 2009, membro da Comissão Técnica de Apoio à Requalificação das Urgências, de 2006 a 2008, director do Serviço de Urgência da Zona Ocidental da Área Metropolitana de Lisboa, no Hospital S. Francisco Xavier, de 2003 a 2006, membro da Task Force da ARS de Lisboa e Vale do Tejo para o EURO, em 2004, consultor da Agência de Acompanhamento dos Serviços de Saúde da ARS de Lisboa e Vale do Tejo, de 1997 a 2000, coordenador do Programa Qualidade da ARS Lisboa e Vale do Tejo de 1998 a 2000, consultor do Governo de Macau, na área da Saúde, de 1997 a 1999, coordenador da Comissão de Reestruturação das Urgências nos Açores, em 1998, adjunto da Direção Clínica do Hospital S. Francisco Xavier, de 1994 a 1996. Foi bolseiro do British Council no Hammersmith Hospital, em Londres, em 1986. Entre 1984 e 1986 foi responsável pela supervisão das equipas móveis de Emergência do Serviço “115”, da PSP de Lisboa, Porto, Coimbra e Setúbal, de 1984 a 1986 e foi responsável pelo Serviço de Medicina do Hospital de Lagos de 1981 a 1982.
ATIVIDADE CIENTÍFICA
Ao longo dos anos foi presidente de várias comissões hospitalares, presidente e membro de múltiplos júris para a carreira hospitalar, teve múltiplos cargos na organização de reuniões científicas entre os quais foi presidente do 18º Congresso Europeu de Medicina Interna em 2019, presidente do XXI Congresso Nacional de Medicina Interna, em 2015, presidente do II Forum Internacional sobre o Doente Crónico, em 2010, Presidente do I Congresso Nacional de Autoimunidade, em 2009, Vice-presidente do 6th International Congress on Autoimmunity, em 2008, presidente do I Forum Internacional sobre o Doente Crónico, em 2006, e presidente do 1º Congresso Nacional da Saúde e Ambiente
É membro do Conselho Científico de várias revistas científicas nacionais, tendo realizado mais de 500 conferências, foi autor ou coautor de cerca de 600 comunicações, 58 publicações em revistas com peer review, 21 capítulos de livros e foi coeditor de dois livros. É Honorary Fellow do American College of Physicians e Fellow da European Federation of Internal Medicine. Em 2024 foi-lhe atribuído o Prémio Nacional de Medicina Interna.
ATIVIDADE EXTRAPROFISSIONAL
Entre 1967 e 1969 foi Secretário e depois Tesoureiro do Núcleo Juvenil da Juventude Operária Católica de Luanda. Em 1971 fez parte do Grupo de Teatro de S. Domingos de Benfica. Entre 1971 e 1974 integrou a comissão coordenadora do Grupo de Intervenção Católica de S. Domingos de Benfica. A partir de 1972 e até 1974, militou na CDE, tendo aderido ao Partido Socialista em 1974. Foi delegado ao 1º Congresso, tendo saído com Manuel Serra para formar a Frente Socialista Popular. em organizações de carácter político. Entre 1973 e 1974 foi editor de livros de poesia. Em 1973 fundou e coordenou o Grupo Universitário Inter-Faculdades de Reflexão e Intervenção Cultural, tendo sido seu coordenador até 1974. Entre 1974 e 1976 fez alfabetização a adultos num bairro de lata e apoiou cooperativas de habitação, no âmbito do projeto SAAL. Em 1979 integrou o Clube Micro-Cine, e comecou a fazer fotografia mais regularmente. Em 1981 fundou com João Cutileiro o Cine clube de Lagos.
Paralelamente à sua carreira médica tem atividade artística desde 1981, tendo realizado 24 exposições individuais e participado em 52 exposições coletivas em Portugal e no estrangeiro. Está representado na maior parte das coleções dos museus nacionais e alguns internacionais. Tem dois livros de fotografia editados. Recebeu, em 2000, a medalha do Conseil Général des Hauts-de-Seine.